Séries







Direção: Silvio Tendler
Descrição: A segunda temporada da série Caçadores da Alma celebra a multiplicidade da fotografia. Diversos sotaques, culturas, paisagens, temas e formas de abordagem da realidade marcam a produção. São muitas as paixões que movem cada clique: o documento do real, a representação pictórica de um sonho, a ficcionalização do cotidiano, a transcendência. Em um mesmo fotógrafo podem morar todas elas. Para registrar a diversidade que é marca dessa temporada, Caçadores da Alma visitou os dois principais eventos de fotografia do mundo, o Paris Photo e os Encontros de Arles, realizados na França, entrevistou fotógrafos de todo o Brasil e nomes importantes do cenário internacional. Mostramos a fotografia que inquieta e surpreende em cenas do mundo contemporâneo, contemplamos o Brasil urbano e dos sertões e das populações tradicionais, a vida em megalópoles ao redor do mundo e desertos e paisagens praticamente virgens.
Classificação Etária Indicativa: AL
Ano de Produção: 2017
País de Origem: Brasil
Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.
Dias/Horários:
| Próximas Apresentações | ||
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| Datas | Episódio | Horários |
| domingo, 18/10/2026 | Fotografia e História | 10h30 |
| domingo, 18/10/2026 | Fotografia e História | 19h30 |
| segunda-feira, 19/10/2026 | Fotografia e Emoção | 10h30 |
| segunda-feira, 19/10/2026 | Fotografia e Emoção | 19h30 |
| Detalhes Episódio (18/10/2026 - 10:30) Caçadores da Alma - 2ª Temporada Fotografia e História | |
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| Duração: | 00:24:26 |
| Sinopse: | Nesse episódio, conheceremos o pioneiro da fotografia mundial: Hercule Florence, que em Campinas, cidade paulista, descobriu a técnica da “escrita com luz”. E também o papel de D Pedro II, entusiasta da fotografia que estimulou a arte no país, onde os primeiros fotógrafos do cenário nacional já demonstravam a genialidade do seu olhar. Os fotógrafos do século XX, que anunciam a paisagem que muda, as ruínas do que não existem mais. Na imprensa, que durante muito tempo fora beletrista, passou a acolher a imagem como linguagem ágil e mais eficiente para se driblar a censura. Os retratistas da cena cultural dos anos 60 aos dias de hoje. A fotografia imortaliza o instante, enxerga os vestígios do passado e a impiedosa passagem do tempo, ela sempre esteve lá para contar a sua História. |