Séries

Sou Moderno, Sou Indio

Direção: Carlos Eduardo Magalhães

Descrição: A sociedade ocidental guarda uma visão estereotipada sobre os povos originários. A imagem pré-concebida e vigente nas rodas sociais e na maioria dos meios de comunicação é aquela que diz que para ser realmente índio é preciso andar nu, falar mim no lugar de eu, ser ingênuo e não ter acesso à tecnologia. Qualquer indígena saindo desse padrão é identificado como um índio que perdeu suas raízes. Mas ser índio não é uma questão de cocar de pena, urucum e arco e flecha, algo aparente e evidente, mas sim uma questão de "estado de espírito". A série Sou moderno, Sou Índio propõe um contraponto a esse imaginário vigente. Longe das figuras míticas de selvagem, preguiçoso, indolente e desinteressado, os personagens que constroem o tecido dramatúrgico da série são altamente ligados à tecnologia e participantes ativos do cotidiano urbano das mais diferentes maneiras, ao mesmo tempo em que também são intimamente ligados a seus povos e sua cultura.

Classificação Etária Indicativa: Livre

Ano de Produção: 2021

País de Origem: Brasil

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Segunda às 09h00 / Quinta às 14h00 / Sexta e Sábado às 19h00 / Terça às 20h30 / Domingo e Quarta às 22h00

Detalhes Episódio (03/12/2021 - 19:00) Sou Moderno, Sou Indio Sou Moderno, sou presente
Duração: 00:26:00
Sinopse: Esse episódio é composto apenas por Ailton Krenak. Nosso mestre e principal referência na construção ideológica da série. Esse episódio é um poema sobre a tragédia. Assim como Krenak, o rio Doce ou "Atu" também é personagem. Do canto de agradecimento ao rio que luta por sua vida, as falas de Aílton vão ao encontro da desconstrução da ideia do índio genérico.