Séries

Sou Moderno, Sou Indio

Direção: Carlos Eduardo Magalhães

Descrição: A sociedade ocidental guarda uma visão estereotipada sobre os povos originários. A imagem pré-concebida e vigente nas rodas sociais e na maioria dos meios de comunicação é aquela que diz que para ser realmente índio é preciso andar nu, falar mim no lugar de eu, ser ingênuo e não ter acesso à tecnologia. Qualquer indígena saindo desse padrão é identificado como um índio que perdeu suas raízes. Mas ser índio não é uma questão de cocar de pena, urucum e arco e flecha, algo aparente e evidente, mas sim uma questão de "estado de espírito". A série Sou moderno, Sou Índio propõe um contraponto a esse imaginário vigente. Longe das figuras míticas de selvagem, preguiçoso, indolente e desinteressado, os personagens que constroem o tecido dramatúrgico da série são altamente ligados à tecnologia e participantes ativos do cotidiano urbano das mais diferentes maneiras, ao mesmo tempo em que também são intimamente ligados a seus povos e sua cultura.

Classificação Etária Indicativa: Livre

Ano de Produção: 2021

País de Origem: Brasil

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Segunda às 09h00 / Quarta às 12h00 / Quinta às 14h00 / Sexta e Sábado às 19h00 / Terça às 20h30 / Domingo e Quarta às 22h00

Detalhes Episódio (26/01/2022 - 12:00) Sou Moderno, Sou Indio Sou Moderno, sou doutor
Duração: 00:26:00
Sinopse: No centro de Manaus se encontra o primeiro centro de medicina indígena. A Basherikowi. Nas palavras do antropólogo do povo Tukano João Paulo, ficamos conhecendo esse especial lugar onde se realizam curas. Elucidando aqui que a maioria dos pacientes são não indígenas. Ainda na Amazônia viajamos até o Acre para escutar o líder e Pajé Ashaninka Benki. Ele nos apresenta as medicinas da floresta. E também manda um recado duro para os não indígenas.