Séries

As Protagonistas

Direção: Tata Amaral

Descrição: Conta a história do audiovisual brasileiro a partir da produção das cineastas mulheres. Com narração e comentários da cineasta Tata Amaral, se inicia em 1931, com o filme de Cleo de Verberena, O caso do dominó preto, e percorre a produção das cineastas, até os dias de hoje. Ao longo dos episódios a narrativa utiliza trechos dos filmes e obras audiovisuais, documentos, fotos, recortes de jornais, depoimentos das autoras e de pesquisadores para contar a trajetória de mais de 70 cineastas: Adélia Sampaio, Helena Ignez, Helena Solberg, Sandra Kogut, Letícia Parente, Sonia Andrade, Ana Maria Magalhães, Tizuka Yamasaki, Suzana Amaral, Lucia Murat, Carla Camurati, Anna Muylaert, Laís Bodanzky, Viviane Ferreira, Eliane Caffé, Yasmin Thainá, Graci Guarani, Julia Rezende são alguns dos nomes destacados de mulheres de cinema e do audiovisual brasileiros.

Classificação Etária Indicativa: Livre

Ano de Produção: 2021

País de Origem: Brasil

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Segunda às 09h30 / Domingo às 10h30 / Sexta às 11h30 / Quarta às 13h00 / Domingo às 18h30 / Quinta às 21h00 / Sexta às 22h00

Detalhes Episódio (22/01/2022 - 21:00) As Protagonistas Episodio 13
Duração: 00:33:07
Sinopse: O fortalecimento das instituições e a consolidação de leis para a produção, distribuição, difusão, fizeram com que a década de 2010 testemunhasse um círculo virtuoso do audiovisual brasileiro: a produção tem enorme aceitação do público e ocupa cada vez mais o mercado de salas de cinema com sucessos de bilheteria, onde também há espaço para formação de público para os filmes de invenção ou de nicho. Na TV aberta, recordes de audiência. A TV paga, o streaming e games exibem a produção brasileira de séries, documentários ou filmes de ficção. No exterior, é presença certa e bem-sucedida dos filmes brasileiros nos principais festivais internacionais. Eles são distribuídos em todo o mundo, gerando receitas nunca antes imaginadas. Há forte presença de diretoras mulheres na televisão. A diversidade começa a ser valorizada e marca a década: cineastas como Graci Guarani, Patrícia Ferreira e Sophia Pinheiro constroem uma expressão audiovisual para a cultura indígena. Eliane Caffé realizou o premiado longa metragem Era o hotel Cambridge em colaboração com o movimento dos sem-teto. Este círculo virtuoso, porém, foi ameaçada em 2019 quando, por exemplo, a cota de tela para filmes brasileiros deixou de vigorar pela primeira vez em décadas, permitindo que um filme estrangeiro ocupasse 97% de nosso mercado de salas. Isso fez com que De pernas pro ar 3, dirigido por Julia Rezende, fosse retirado de cartaz no ápice do sucesso. Quais os desafios impostos pelo novo momento?