Séries

Sete Vidas em 7 Cordas

Direção: Pablo Francischelli

Descrição: Sete Vidas em 7 Cordas se propõem a traçar um painel amplo e variado, a um só tempo musical e humano, dos usos, costumes e lendas que cercam este ícone da musicalidade brasileira através da vida e da obra daqueles que fizeram fama dedilhando as suas cordas. Retratando instrumentistas de diferentes gerações - com idades variando dos 19 aos 70 anos - e de diversas regiões brasileiras, Sete Vidas em 7 Cordas revisita o passado retratando mestres que consolidaram a tradição do instrumento e apresenta instrumentistas que, ao longo do tempo, foram modernizando a sua linguagem e ampliando suas possibilidades musicais para além dos limites de gênero e convenções.

Classificação Etária Indicativa: 10 anos

Ano de Produção: 2015

País de Origem:

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Domingos às 11h00

Detalhes Episódio (23/04/2020) Sete Vidas em 7 Cordas Vinicius Sarmento (PE)
Duração: 00:50:15
Sinopse: Representante da novíssima geração de violonistas de 7 cordas, Vinicius Sarmento vem de uma família em que o instrumento é uma instituição. Tanto seu tio Bozó quanto seu pai Nuca são referências fundamentais quando se fala de violonistas pernambucanos - ambos estão presentes no programa, tocando ao lado de Vinicius. Não bastasse isso, o recém nascido Vinicius foi apadrinhado pelo mestre Raphael Rabello. Embora mal tanha chegado a conhecê-lo pessoalmente, uma vez que Raphel viria a falecer pouco mais de um ano após o seu nascimento, a obra e a personalidade do padrinho se tornariam referências fundamentais para o jovem instrumentista. Atuante na cena de samba e choro de Recife, Vinicius começa a desenvolver uma carreira solo enquanto compositor, além de manter uma prolífica parceria com outro jovem virtuose pernambucano, o pianista Vitor Araújo e o poeta e compositor Tibério Azul. Em uma mesa de bar no Recife Antigo, os três refletem sobre um processo criativo pautado por uma visão de mundo que os três têm em comum. No encontro com Yamandu vem à tona as peculiaridades do sete cordas nordestino e a influência que violonistas pernambucanos como Meira e João Pernambuco tiveram na gênese do choro, no começo do século passado. Ambos falam também sobre as possibilidades de explorar o sete cordas para além da tradição, explorando o caminho aberto por Raphael Rabello.