Séries

Sete Vidas em 7 Cordas

Direção: Pablo Francischelli

Descrição: Sete Vidas em 7 Cordas se propõem a traçar um painel amplo e variado, a um só tempo musical e humano, dos usos, costumes e lendas que cercam este ícone da musicalidade brasileira através da vida e da obra daqueles que fizeram fama dedilhando as suas cordas. Retratando instrumentistas de diferentes gerações - com idades variando dos 19 aos 70 anos - e de diversas regiões brasileiras, Sete Vidas em 7 Cordas revisita o passado retratando mestres que consolidaram a tradição do instrumento e apresenta instrumentistas que, ao longo do tempo, foram modernizando a sua linguagem e ampliando suas possibilidades musicais para além dos limites de gênero e convenções.

Classificação Etária Indicativa: 10 anos

Ano de Produção: 2015

País de Origem:

Classificação Ancine: 01 - Obra Não Publicitária Brasileira, Constituinte de espaço qualificado e Independente.

Dias/Horários: Domingos às 11h00

Detalhes Episódio (30/04/2020) Sete Vidas em 7 Cordas Herança Russa - em busca das origens do 7 cordas
Duração: 00:52:48
Sinopse: Reza a lenda que Tute teve a ideia de improvisar uma sétima corda mais grave ao violão tradicional depois de observar ciganos russos que vagavam pelo centro do Rio. Porém, não há comprovação histórica deste fato. Este episódio buscará a conexão entre a origem russa do violão de 7 cordas e a adaptação de Tute e aperfeiçoada por Dino que resultou na escola brasileira do instrumento. Em Moscou, Yamandu visita um luthier onde conhece as particularidades do sete cordas russo, cuja forma, afinação e cordas são diferentes das brasileiras. Em contato com o duo formado por Vladimir Sumin e Vladimir Markushevich, Yamandu ouve histórias sobre Sergei Orekhov, o grande nome do sete cordas russo, falecido em 1998. Surpresos pela descoberta do que o violão de sete cordas é muito popular no Brasil, eles questionam Yamandu sobre as características do instrumento no Brasil. A dupla russa concorda que a lenda cigana é crível, pois muitos ciganos abandonaram o país após a Revolução Comunista de 1917. Em um encontro com Anastasia Bardina, Yamandu descobre que ao contrário do que acontece no Brasil, a tradição do violão de sete cordas na Russia está em declínio, pois o instrumento foi praticamente banido após a revolução por ser associado às elites - familiares do Czar o tocavam. No fim, Yamandu convida Sumin e Markushevich para fazer uma participação especial em sua apresentação moscovita e os três tocam uma versão da "Polka Sokolova", clássico do repertório de Orekhov.